Não é incomum que epilépticos desenvolvam problemas emocionais. Isso, na maioria das vezes, se relaciona com a dificuldade de aceitação do diagnóstico, pois, para estes indivíduos, o risco de ataques epilépticos restringe sua independência.
Normalmente, epilépticos desenvolvem a negação como desenvolvimento de defesa, após esta fase ocorre o período de conflito, ou seja, quando a pessoa tenta aceitar sua condição.
O preconceito com a doença ainda é grande, mas só ocorre por falta de informação, e a melhor forma de passar por ele é conversar com um médico, que pode lhe ajudar a entender melhor sua condição. Isso melhora a qualidade de vida e o ajustamento psicossocial do epiléptico.
Apesar de enfrentarem algumas dificuldade, pessoas com epilepsia podem levar uma vida normal, podendo trabalhar, praticar alguns esportes, ter filhos e dirigir.